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10/04/2017 às 09:50h

Com Sophie Charlotte, "Os Dias Eram Assim" resgata Brasil sob ditadura militar

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A nova novela das 23h da Rede Globo, batizada de “ supersérie ”, trará de volta as duras lembranças do período de ditadura no Brasil. “Os Dias Eram Assim” utilizará um dos contextos políticos mais conturbados do país como pano de fundo para a história de amor de Alice (Sophie Charlotte) e Renato (Renato Góes). A produção irá cobrir quase 15 anos, desde 1970 até o movimento “ Diretas Já ” de 1984. A trama nasceu da vontade de contar uma história de amor forte como o tempo e apesar do tempo”, explica a autora Angela Chaves no material divulgado a imprensa. “Vamos acompanhar suas vidas atravessando os anos de chumbo, passando pela anistia política e chegando até a campanha pelas Diretas Já, em 1984, ano em que a maior parte da trama se concentrará”, completa a também autora Alessandra Poggi.

Sophie Charlotte estrela a série como Alice, uma estudante de letras que vive confortavelmente com seus pais Arnaldo Sampaio e Kiki (Natália do Vale). Ela questionando o pensamento conservador da família, que quer limitar as mulheres ao papel de boa esposa e mãe. Seu pai é autoritário e acha que é com pulso firme que se mantém uma família unida. Ironicamente, no entanto, esse comportamento fez com que o único irmão e sócio, Toni (Marcos Palmeira), se afastasse dele.

Em outra parte da cidade, Renato Reis ajuda a prover para a família, que inclui a mãe Vera ( Cássia Kis ), e os irmãos Gustavo (Gabriel Leone) e Maria (Carla Salle). A vida de Renato e Alice se cruza de maneira improvável, ao mesmo tempo que o país passa por um de seus períodos mais repressores.

O irmão de Renato, Gustavo, resistente a ditadura , planeja um ataque contra a construtora Amianto, financiadora de grupamentos de repressão. Com seu amigo Túlio ( Caio Blat ), eles explodem a fachada do edifício da empresa. Furioso, Arnaldo quer que todos os responsáveis pelo ataque sejam presos, o que faz com que Gustavo comece a ser perseguido. Essa é a gênese da relação divergente entre as famílias Reis e Sampaio Pereira, que vai acabar dando contornos dramáticos à história de amor entre Renato e Alice.

Em meio a esse conflito, outros personagens tomam forma, como a maldosa Cora ( Susana Vieira ), mãe de Vitor ( Daniel de Oliveira ), então namorado de Alice. Vitor é braço-direito do severo e conservador Arnaldo e tem um relacionamento de longa data com Alice. Mas a menina, sempre contestadora, começa a se insatisfazer com o rapaz, e sua mãe o pressiona a agilizar o pedido de noivado antes que seja tarde demais. O casamento de Vitor e Alice é para Cora a chance de recuperar o poderio financeiro da família Dumonte. Herdeira de tradicionais fazendeiros da época de ouro do café, ela viu sua herança minguar com o passar das gerações ociosas. Hoje, vive do sobrenome e do salário do filho na construtora, o qual, nem de longe, dá para manter o padrão de vida ao qual esteve acostumada.

 Vitor acha que o rompante de Alice será facilmente contornável. Sempre o é, ele diz. O que ele não poderia esperar é que, em poucas horas, a namorada voltasse para casa diferente e determinada, como nunca havia visto. Quando o advogado se dá conta de que outro homem, Renato, entrou na vida de Alice de um jeito que ele não foi capaz de fazer, acaba colocando para fora o pior de si: dissimulado, vai fingir entender os sentimentos de Alice enquanto arma um plano para tirar o rival do caminho. 

Fonte: BABADO


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