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13/09/2017 às 08:11h

Bolsa atinge nova máxima e registra alta de 0,3%

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A Bolsa brasileira subiu pelo segundo dia e renovou, nessa, seu maior patamar histórico, sustentada por dados positivos do varejo e pelo avanço das ações da Vale, apesar da pressão de Petrobras e do setor financeiro, que registrou queda nos principais papéis.

O Ibovespa, que reúne as ações mais negociadas, avançou 0,30%, para 74.538 pontos. No pregão, o volume negociado foi de R$ 9,5 bilhões, contra média diária de R$ 8,13 bilhões no ano.

As ações da Magazine Luiza recuaram 11,85%, após a empresa aprovar uma oferta pública de distribuição primária e secundária de, inicialmente, 24 milhões de ações ordinárias, que pode movimentar quase R$ 2 bilhões. A queda ocorre pela interpretação de que a oferta pode diluir a participação dos acionistas minoritários.

Os papéis da Petrobras fecharam em baixa, apesar da valorização dos preços do petróleo no exterior. Os papéis mais negociados da estatal recuaram 0,80%, para R$ 14,87. As ações que dão direito a voto perderam 0,77%, para R$ 15,40.

A Vale fechou com alta, após os preços do minério de ferro avançarem 2,52% no exterior. Os papéis ordinários da Vale subiram 0,48%, para R$ 35,26. As ações preferenciais ganharam 0,75%, para R$ 32,40.

No setor financeiro, as ações do Itaú Unibanco recuaram 0,28%. As ações preferenciais do Bradesco se desvalorizaram 0,14%, e as ordinárias recuaram 0,94%.

Dólar

O dólar comercial valorizou 0,77%, para R$ 3,129, enquanto o dólar à vista subiu 0,85%, para R$ 3,115. O CDS (credit default swap, espécie de termômetro de risco-país) subiu 1,51%, para 183,4 pontos. Já no mercado de juros futuros, os contratos mais negociados fecharam em baixa. A taxa para janeiro de 2018 recuou de 7,660% para 7,635%. O DI para janeiro de 2019 recuou de 7,680% para 7,630%.

Fonte: O Tempo

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