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Cruzeiro perde para o Vasco e corre risco de ser rebaixado na penúltima rodada do Brasileiro

03/12/2019 às 10:06h

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O discurso otimista do técnico Adilson Batista em sua apresentação não foi suficiente para contagiar os jogadores do Cruzeiro na busca por uma vitória sobre o Vasco. Embora tenha pressionado no segundo tempo, o time celeste falhou na tomada de decisões e saiu derrotado por 1 a 0, nesta segunda-feira, no estádio de São Januário, no Rio de Janeiro, pelo complemento da 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. O colombiano Guarín, em chute de fora da área, marcou o único gol da partida, aos 10 minutos da etapa inicial.

Com o revés fora de casa - a 14ª no campeonato -, o Cruzeiro segue em 17º lugar, com 36 pontos, e pode ser matematicamente rebaixado na 37ª rodada. A queda à Série B acontecerá se houver derrota para o Grêmio na quinta-feira, às 19h15, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, e o Ceará (16º, com 38) somar ponto diante do Corinthians, na quarta, às 19h30, no Castelão, em Fortaleza.

O jogo

Graças ao empate do Ceará com o Athletico-PR, por 1 a 1, no Castelão, o Cruzeiro dependia apenas de si para sair do Z4. Em seu retorno ao clube, o técnico Adilson Batista mexeu na escalação. Ele montou a formação com três volantes - Henrique, Ariel Cabral e Éderson -, além de promover o retorno de David e a entrada de Joel no ataque. O início parecia promissor, já que o time conseguiu três escanteios nos primeiros minutos. Contudo, em contra-ataque puxado por Andrey e concretizado em chute rasteiro do colombiano Guarín no canto direito, o Vasco abriu o placar aos 10 minutos: 1 a 0.

O drama da possível queda quase se agravou aos 25 minutos. Em lançamento de Guarín, Marrony tentou o domínio na grande área e caiu após disputa com Cacá. O árbitro Wilton Pereira Sampaio marcou pênalti. Enquanto Yago Pikachu ajeitava a bola para fazer a cobrança, a jogada era revisada pelo VAR. Os assistentes entenderam que não houve choque entre o zagueiro cruzeirense e o atacante vascaíno. Assim, Wilton Sampaio anulou a penalidade e cancelou o cartão amarelo aplicado ao camisa 14. A decisão gerou descontentamento nos atletas do time da casa e também na torcida em São Januário.

As alterações promovidas por Adilson Batista nos três treinamentos na Toca da Raposa II surtiram pouquíssimo efeito para o Cruzeiro, que não exigiu uma defesa sequer do goleiro Fernando Miguel no primeiro tempo. A chance mais perigosa foi aos 34 minutos, quando Éderson bateu cruzado, e Joel não conseguiu alcançar. Aos 46 minutos, Pedro Rocha teve boa oportunidade em cobrança de falta, porém acertou a barreira.

No segundo tempo, Adilson fez duas mexidas no Cruzeiro. Fred e Marquinhos Gabriel substituíram Joel e Éderson. Ao canal Premiere FC, o comandante celeste afirmou que o objetivo era distribuir o time no 4-4-2. Houve melhora no toque de bola, mas com os mesmos erros ofensivos. Somente aos 15 minutos é que uma boa jogada foi encaixada: David ganhou na velocidade de Yago Pikachu e, da linha de fundo, colocou a bola na cabeça de Fred. Fernando Miguel quase falhou ao tentar segurar firme e mandou a redonda para a linha de fundo.

Na reta final, o torcedor celeste viu a repetição dos filmes do empate por 0 a 0 com o Avaí e da derrota por 1 a 0 para o CSA: muita posse de bola no ataque, mas sem criatividade para encaixar alguma jogada que não fosse cruzamento para a área. Em um desses lances, a defesa do Vasco vacilou, Fred conseguiu fazer o pivô após receber de Egídio e ajeitou para Marquinhos Gabriel. De pé direito, o camisa 20 bateu torto, sem direção, e desperdiçou chance de ouro para ao menos assegurar um ponto que aumentaria as esperanças de permanência na primeira divisão.

VASCO 1X0 CRUZEIRO

Fonte: Super Esportes

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