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19/07/2019 às 09:06h

Passado o clássico mineiro, Atlético e Cruzeiro já projetam sequência pesada

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Vencedor e vencido na noite desta quarta-feira, no Independência, seguem almejando grandes coisas na temporada 2019. Enquanto o Cruzeiro segue em busca do terceiro título seguido da Copa do Brasil e do tri da Copa Libertadores, além de se recuperar no Campeonato Brasileiro, o Atlético vai se concentrar nas disputas da Copa Sul-Americana e do Nacional.

No caso celeste, as dificuldades sentidas no clássico vão se repetir. Afinal, a Raposa encara o Bahia fora de casa, sábado, pela 11ª rodada do Brasileiro, e no domingo já viaja para Buenos Aires, onde na terça-feira fará o jogo de ida das oitavas de final da competição continental.

A intenção do técnico Mano Menezes era nem levar os atletas que aturam no Independência para Salvador. Porém, como não poderá contar com jogadores importantes, como os armadores Thiago Neves, que já não atuou ontem devido a incômodo na panturrilha direita, e Rodriguinho, que foi submetido a cirurgia na região lombar, além do volante Ariel Cabral, recuperando-se de pancada na face, e do lateral-direito Edílson, com problema na panturrilha esquerda, deverá escalar ao menos alguns dos titulares no clássico.

“Vamos decidir como iremos a Salvador e faremos isso pensando na sexta-feira. O problema é que nosso grupo é pequeno. Nossa ideia inicial era ficar com a equipe aqui treinando, mas não será possível. Temos de encontrar soluções e vamos encontrá-las”, afirmou o técnico Mano Menezes.

Ele explicou que chegou a divulgar a escalação da equipe com Ariel Cabral e Thiago Neves ao chegar no Independência porque havia possibilidade de eles irem para o jogo. Porém, depois do aquecimento ficou claro que o melhor era que ficassem fora.

“A ausência do Thiago Neves foi importante. Sem ele, perdemos a saída rápida para o ataque. A entrada do Fred muda a característica do time e era para segurar mais a bola, mas isso ocorreu poucas vezes. Acabamos sofrendo um pouco, principalmente depois que eles fizeram o primeiro gol. Na situação que o jogo foi disputado, o adversário fazer um gol no primeiro tempo o coloca no jogo. Mas ajustamos no intervalo e a equipe se comportou bem no segundo tempo”, justificou o treinador celeste, que, por outro lado, gostou da entrada de Orejuela. “Ele voltou a jogar depois de seis semanas em recuperação e uma de transição. Ainda assim, suportou os 90 minutos, mesmo em um setor muito explorado.”

ALVINEGRO

Pelo lado atleticano, os jogadores e o técnico Rodrigo Santana enfatizaram a intensidade e a disposição dos atletas na vitória sobre o Cruzeiro, a primeira nesta temporada de 2019. E o objetivo agora é levar esse espírito para os jogos do Brasileiro e nos mata-matas contra o Botafogo, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana.

O Galo já entra em campo na quarta-feira que vem para encarar os cariocas, no Rio, no jogo de ida. Antes, recebe o Fortaleza, domingo, às 16h, no Independência, pelo Nacional. Por mais que um eventual título da Sul-Americana leve o Galo à Libertadores em 2020, o clube já definiu como meta na competição nacional se manter entre os seis primeiros.

Rodrigo Santana alegou que os atletas aprenderam a lição em relação à atuação no Mineirão, no jogo de ida. Para ele, é natural que todos entrem mais concentrados no próximo mata-mata, contra o Botafogo: “A gente cresce nas derrotas. Às vezes, aprendemos muito mais nas derrotas do que nas vitórias. E isso já vale de lição. Nosso primeiro jogo contra o Botafogo é no Rio. Se entrarmos como jogamos no Mineirão, vamos sofrer novamente. Vamos bater sempre nessa tecla para ficarmos sempre atentos. Vamos dar nossa vida como colocamos no clássico”.

Um dos pilares da vitória por 2 a 0 sobre o Cruzeiro, o armador equatoriano Cazares elogiou a postura dos companheiros e afirmou que o torcedor pode ficar confiante em títulos ainda em 2019: “Não conseguimos os três gols. Sabemos que demos tudo, entregamos o que tínhamos. Que a torcida espere muito de nós porque estamos trabalhando forte para darmos coisas importantes”.

Já o capitão Réver valorizou o apoio do torcedor e a exibição coletiva da equipe. O zagueiro manteve o discurso de Rodrigo Santana e culpou a atuação ruim no primeiro jogo na eliminação: “Esse apoio da torcida não é novidade, principalmente para mim, que esteve aqui em outros anos. O mínimo que poderíamos fazer era encurralar. Pagamos um preço muito alto pelo mau jogo que fizemos no Mineirão, onde não fomos agressivos quando tínhamos a bola. Provarmos que somos capazes de enfrentar qualquer equipe de igual para igual. Fomos ativos, agressivos com a bola e sem ela. Precisamos tirar essa lição para não sofrermos tanto em outras competições”.

Fonte: Super Esportes

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