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13/10/2015

Se não ganhar nesta terça já balança

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A seleção brasileira entra em campo nesta terça, às 22h, no Castelão, carregando o peso de não poder sequer empatar com a Venezuela, país em que o futebol é apenas o terceiro esporte na preferência popular. A derrota para o Chile na estreia e a péssima atuação da equipe, combinadas com os fracassos nas últimas Copa América e do Mundo, deixam o clima pesado e a incerteza quanto à classificação para o Mundial na Rússia, em 2018.

O time canarinho deverá ter mudanças de peças em relação ao revés de Santiago, mas o que será mesmo necessário substituir em campo é a postura, já que o padrão de jogo não existe.

Marcelo será sacado da seleção, mas no poderoso Real Madrid é titular e dono da braçadeira de capitão. Willian tem quatro gols na temporada pelo Chelsea, todos de falta, mas na hora da batida com a amarelinha quem pega a bola é Oscar – que, depois de uma péssima atuação no Chile, tende a ficar no banco de reservas.

Dunga precisa se explicar e já passou da hora de provar que tem cancha para ser técnico da seleção. Caso contrário, a pressão vai só aumentar, e um novo comandante pode aparecer. Nesta segunda, o treinador e o lateral-direito Daniel Alves colocaram a culpa nos problemas enfrentados pelo país. De acordo com os dois, a crise política reflete na equipe nacional, que acaba sendo responsabilizada.

“Mas os brasileiros estão tão revoltados com outras coisas, que acabam misturando as coisas. Somos a linha de frente dos disparos. Quem representa o país e veste a camisa, fica sujeito a isso. Não conseguiríamos dar sequência à nossa vida se ficássemos preocupados com os tapas que recebemos. A seleção brasileira não pode pagar o pato”, disse o lateral.

Fonte: O Tempo

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