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04/02/2019 às 07:30h

Após instalação de membrana, ambientalista afirma que Rio Paraopeba está morto

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Na tarde da última quinta-feira (31), técnicos de uma empresa terceirizada contratada pela mineradora Vale do Rio Doce estiverem no distrito de Córrego do Barro, em Pará de Minas, para instalar a membrana de contenção dos rejeitos provenientes da lama que contaminou o Rio Paraopeba e que está a caminho da cidade.

Sabendo da presença dos técnicos, o gerente da AMA Pangéia, José Hermano de Oliveira Franco, defensor de causas ambientais em Pará de Minas, esteve às margens do rio para acompanhar o trabalho executado pela equipe de profissionais.

A reportagem do Jornal da Cidade conversou com ele para saber se a membrana instalada pela Vale será eficaz na retenção dos rejeitos que estão por vir. De acordo com o mesmo, a estrutura só vai funcionar caso haja sua manutenção a longo prazo:

Clique e ouça José Hermano

José Hermano destaca que não há prazo estipulado para a revitalização natural do rio Paraopeba:

Clique e ouça José Hermano

O gerente da AMA Pangeia explica como fica a situação de Pará de Minas após ser impossibilitada de captar água no rio Paraopeba:

Clique e ouça José Hermano

Vale destacar que além dos mananciais que, atualmente, abastecem Pará de Minas, a concessionária responsável pelo serviço de tratamento e distribuição de água reativou ainda os poços artesianos da cidade. Outra viabilidade também estudada pela empresa é buscar água em Itaúna, que tem uma grande reserva hídrica.

Por Henrique Silva


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