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13/08/2019 às 08:52h

Julgamento dos acusados de assassinar advogado Arthur Wallace está remarcado para o dia 3 de setembro

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Após o primeiro ser cancelado devido a um incidente processual, o Fórum Desembargador Pedro Nestor de Pará de Minas confirmou para o dia 3 de setembro, a realização de um novo julgamento dos três acusados de assassinar, em junho de 2016, o advogado Arthur Wallace Barbosa Vieira. O Juri Popular está remarcado para o dia 3 de setembro, às 9h.

No último dia 2 de agosto, após mais de 10 horas, a sessão foi cancelada, pois um dos sete jurados pegou um celular e utilizou de forma indevida, configurando quebra de incomunicabilidade. Pela lei, nenhum dos membros do Juri pode manter contato externo ao julgamento, como explica o promotor Renato Vasconcelos em entrevista ao JC Notícias.

O promotor dá detalhes sobre esse incidente processual e aproveita para confirmar a nova data do julgamento dos acusados de assassinar o advogado Arthur Wallace:

Clique e ouça o promotor Dr. Renato Vasconcelos

O último julgamento contou com a presença de várias pessoas no tribunal. As testemunhas de defesa e acusação foram ouvidas, além dos réus. A acusação foi feita pelo promotor da 3ª Promotoria Criminal da Comarca de Pará de Minas Renato Vasconcelos.

O advogado Dracon Cavalcante, que defende Gustavo Henrique Muniz, acusado de ser o mandante do crime, acredita que teve falha na investigação do homicídio e estava confiante em relação a absolvição do cliente.

O caso

O homicídio repercutiu em toda Minas Gerais na época dos fatos. O advogado criminalista Arthur Wallace Barbosa Vieira, na época com 45 anos, foi morto a tiros no dia 30 de junho de 2016, no bairro Recanto da Lagoa, em Pará de Minas.

Os três acusados que foram levados ao banco dos réus são Gustavo Henrique Muniz Nascimento de Oliveira, João Paulo Rocha e Michael Douglas Silva dos Santos. De acordo com as investigações, Gustavo seria o mandante do crime. Ele estava preso na Penitenciária Nélson Hungria, em Contagem, na época dos fatos.

De acordo com a Polícia Civil, o advogado foi morto pois estava tendo encontros casuais com a namorada do mandante, que havia contratado seus serviços.

Por Sérgio Viana


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