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14/08/2019 às 09:55h

Manifestantes voltam às ruas em defesa de mais recursos para educação

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Convocados por entidades sindicais e movimentos estudantis, professores, técnico-administrativos e estudantes participaram ontem (13), em várias cidades do país, de atos contra o contingenciamento de recursos da educação, em defesa da autonomia das universidades públicas e contra a reforma da Previdência.

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), foram feitos atos em ao menos 170 cidades dos 26 estados, além do Distrito Federal. A manifestação nacional é uma continuidade da mobilizaçãode maio, organizada em defesa da manutenção das verbas para o ensino superior.

Para a União Nacional dos Estudantes (UNE), os contingenciamentos anunciados pelo governo afetam não só o ensino superior, mas também a educação básica, o ensino médio e programas de alfabetização.

De acordo com a UNE, os protestos também são contra a proposta do Ministério da Educação (MEC) de instaurar o programa Future-se, que, segundo a pasta, busca o fortalecimento da autonomia administrativa, financeira e da gestão das universidades e institutos federais. Para as entidades sindicais e movimentos estudantis, o projeto transfere atribuições dos governos para o mercado.

Em Minas Gerais, servidores da educação e outras categorias realizaram manifestação em Belo Horizonte. Centenas de pessoas se concentraram na Praça da Assembleia, no bairro Santo Agostinho, região Centro-sul, e posteriormente caminharam até a Praça Sete.

O protesto recebeu o nome de "13 de Agosto – Novo Tsunami da Educação" e até mesmo uma página nas redes sociais foi criada. Representantes do SindUTE Pará de Minas estiveram na manifestação e ainda cobraram o pagamento do piso salarial por parte do Governo de Minas.

O grupo também protestou contra a Reforma da Previdência e nomeações de concursos públicos. Faixas foram colocadas na escadaria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A Polícia Militar deu segurança aos manifestantes.

Por JC Notícias


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