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09/11/2019 às 09:06h

São José da Varginha apresenta alto índice de infestação do Aedes aegypti

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De acordo com números divulgados pela Regional de Saúde de Divinópolis, entre as cidades que compõem a microrregião de Pará de Minas, São José da Varginha é o município que teve o último LIRAa mais elevado, com 2,3%. A média segundo o órgão é de 1.2%. Pará de Minas está em situação de médio risco de epidemia com 1.4%.

Durante o levantamento, realizado na metade do mês de outubro, em centenas de imóveis em São José da Varginha, foi constatado o aumento do LIRAa na cidade, oque preocupa a Secretaria Municipal de saúde.

Em entrevista ao Jornal da Cidade, Gleberson Fernando de Faria, enfermeiro da Atenção Primária da Vigilância em Saúde de São José da Varginha, reconhece o número elevado do LIRAa e explica que o problema já está sendo resolvido devido ao planejamento feito pela Prefeitura, principalmente para os próximos meses:

Clique e ouça Gleberson Fernando

Gleberson explica que de acordo com os levantamentos feitos pela Secretaria Municipal de Saúde de São José da Varginha, a maioria dos focos do mosquito Aedes aegypti está dentro das residências urbanas. Por isso a população deve fazer sua parte, evitando água parada nos quintais e caixas d'água abertas:

Clique e ouça Gleberson Fernando

Os dados revelados pelo LIRAa são de extrema importância para o combate ao mosquito transmissor da dengue, chikunguya, zika vírus e febre amarela. As informações mostram onde existem os maiores focos e consequentemente o local onde há necessidade de intensificar os trabalhos por parte do poder público.

Depósitos de água, pratinhos de plantas, bandejas de geladeira, de umidificador, ar-condicionado e filtros d'água; além de garrafas retornáveis e lixo, são alguns dos mais frequentes focos do mosquito Aedes aegypti encontrados pelos agentes de endemias em residências.

Com a chegada da época do calor e do período chuvoso, todo cuidado é pouco para não deixar água parada em casa.

Por Sérgio Viana


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