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03/12/2018 às 08:39h

Um mês após secretário garantir 13º salário dos servidores, Elias Diniz não dá garantias do benefício

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Por falta de repasses do Governo Estadual, a saúde monetária dos municípios mineiros tem agravado cada vez mais. Várias cidades, inclusive, decretaram estado de emergência e de calamidade financeira.

Sem dinheiro para honrar seus compromissos, muitos gestores já não conseguem pagar seus servidores e tão pouco os fornecedores. Por este motivo, alguns serviços básicos oferecidos à população deve ser interrompido em várias cidades mineiras no próximo mês.

Em Pará de Minas a dívida do Estado se aproxima dos R$ 32 milhões. Isso porque o Governo Mineiro não envia mais os repasses Estadual e Federal, verbas referentes a IPVA, ICMS, FUNDEB, transporte, saúde e educação.

Há pouco mais de um mês, a reportagem do JC Notícias conversou com o secretário municipal de Gestão Fazendária, José Leonardo Martins Pinto, e de acordo com o servidor público a saúde financeira do município se encontrava tranquila. Relembre a fala dele:

Clique e ouça José Leonardo

Na oportunidade José Leonardo chegou destacar a organização do município:

Clique e ouça José Leonardo

Porém, esta semana o prefeito Elias Diniz (PSD) entrou em contradição ao que foi dito pelo secretário de Gestão Fazendária. De acordo com o chefe do executivo, caso o Governo do Estado continue a reter esses repasses, o município não terá como garantir o 13º salário:

Clique e ouça Elias Diniz

Em nota a prefeitura confirmou que de Pará de Minas confirmouque houve uma mudança no cenário nos últimos 30 dias, quando a previsão era mais otimista. O aumento da dívida do Estado com o Município, ou seja, a continuidade da retenção dos recursos, deixou o Prefeito preocupado e a Administração Municipal em alerta, já que a crise financeira se agravou. Contudo o Município não paralisou nenhum serviço, com isso cresceu a preocupação com o pagamento do décimo terceiro.

Lembrando que a partir do dia 1º de janeiro Romeu Zema (NOVO) assume o governo de Minas Gerais e a expectativa por parte dos prefeitos é de que o novo governador comece a pelo menos liberar os repasses futuros.

Por Samuel Ramos



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