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14/05/2021 às 08:00h

Na semana em que se fala sobre a fibromialgia, portadora da síndrome conta como é o dia a dia após o diagnóstico

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A fibromialgia é uma síndrome dolorosa crônica caracterizada por amplificação da percepção da dor, desregulação da resposta ao estresse e associação a síndromes funcionais.

A queixa central é dor musculoesquelética generalizada crônica, associada a sintomas como fadiga, distúrbio do sono, distúrbios cognitivos (memória e concentração) e alterações de humor (depressão e ansiedade). Com frequência, a fibromialgia associa-se a outras condições em que as sensações dolorosas do corpo são amplificadas como a síndrome do intestino irritável e cefaleia. O diagnóstico da fibromialgia é clínico, sem a necessidade de qualquer outro exame.

Medicações são utilizadas para reduzir sintomas e proporcionar condições para a prática de exercícios. O tratamento não medicamentoso tem papel fundamental na abordagem dos pacientes, sendo o exercício físico a estratégia mais usada mundialmente.

A fibromialgia não causa deformidades ou insuficiência de qualquer órgão vital. Por ser uma condição de dor crônica generalizada, existe muita dificuldade em mensurar e classificar o grau de incapacidade neste grupo de pacientes, embora seja reconhecido que existe uma queda na qualidade de vida destes pacientes.

Em Pará de Minas existem vítimas dessa doença, como é o caso da dona de casa, Márcia Meire, moradora do bairro Recanto da Lagoa. Em entrevista ao Jornal da Cidade, ela conta como é conviver com a síndrome:

Clique e ouça Márcia Meire

Márcia explica que não existem exames que comprovem a fibromialgia. A síndrome é diagnosticada por especialistas. Os remédios custam caro, segundo a pará-minense:

Clique e ouça Márcia Meire

A dona de casa explica que a síndrome pode provocar uma depressão no paciente:

Clique e ouça Márcia Meire

Em outubro de 2019, o Projeto de Lei 110/19, de autoria do então vereador Rodrigo Varela (PSDB), que institui no município, o Dia de Combate a Fibromialgia foi aprovado por unanimidade na Câmara. A data é comemorada em 12 de maio de cada ano.

O vereador explica que criou a lei após ser procurado por representantes da ANFIBRO – Associação Nacional dos Fibromiálgicos. O ex-representante do Legislativo acredita que essa lei em Pará de Minas vai possibilitar que os portadores de fibromialgia tenham os mesmos benefícios que os deficientes físicos.

Por Sérgio Viana

Foto: Canva

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