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27/11/2020 às 08:55h

Em Itaúna, seis são presos suspeitos de furtos e roubos a casas lotéricas

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Seis investigados presos. Esse é o resultado da segunda fase da operação Pedra Negra, deflagrada em Itaúna. Eles são suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em furtos e roubos a casas lotéricas, com atuação em todo o estado. As investigações apontam que o grupo teria cometido uma série de crimes desse tipo, gerando um prejuízo de aproximadamente R$ 200 mil. Estima-se que os bandidos tenham arrombado cerca de dez loterias em Minas Gerais.

A 2ª Delegacia Especializada em Investigação e Repressão ao Furto e Roubo, do Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), com o apoio de policiais civis na cidade de Itaúna, cumpriram os seis mandados de prisão. Todos os presos, sendo três mulheres e três homens, são envolvidos ou já tiveram participação em crime de furto a casa lotéricas.

A primeira fase da operação Pedra Negra foi deflagrada em março. Na ocasião, quatro indivíduos foram presos em flagrante quando se preparavam para entrar em um estabelecimento, em Belo Horizonte.

Ação criminosa

Segundo as investigações, o grupo agia sempre durante a madrugada. Parte dos integrantes conseguia acesso ao imóvel vizinho à casa lotérica, por meio da chave que obtinha em imobiliária, com a desculpa de que pretendia alugar algum dos escritórios. Desta forma, eles clonavam a chave da porta de entrada, abriam um buraco na parede e, com acesso ao estabelecimento, arrombavam os cofres para a retirada do dinheiro. Geralmente um casal ficava do lado de fora fornecendo informações e monitorando a rua durante toda a ação.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Gustavo Barletta, a quadrilha possui nove integrantes e oito já estão presos. O líder da quadrilha está foragido. Ele é o mentor e articulador das ações criminosas e era responsável pela divisão das tarefas. Todo furto contava com quatro criminosos, que se revezavam.

Por Sérgio Viana

Foto: Rádio Espacial FM / Divulgação


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