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18/12/2014

Jogos simples são os mais baixados

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Esqueça os jogos de estratégica como “Clash of Clans”, ou os de combinações de elementos como o megahit “Candy Crush”, ou ainda os indies como “Two Dots”. A lista dos cinco games para celular mais baixados no Brasil em 2014 é composta por títulos simples, que chegam até a ser "bobos", como “Pou” ou “My Talking Tom”.

O top 5 foi compilado pelo Google, a partir dos downloads de aplicativos desse gênero na Google Play. Dona do Android, sistema operacional de cerca de 90% dos smartphones e tablets vendidos no Brasil, o Google realiza pela primeira vez esse levantamento.

Microsoft e Apple também possuem lojas de apps para seus sistemas, mas, dada a maior presença dos aparelhos Android, a Play tem maior penetração. Segundo o Google, a loja tem mais de um bilhão de usuários ativos no mundo.

"Acreditamos que a escolha desses jogos está baseada na jogabilidade simples que eles oferecem e na opção de jogá-­los por curtos períodos de tempo e interrompê-­los sem comprometer o desempenho do jogos", explica Regina Chamma, Diretora de Apps e Games do Google Play para a América Latina. Esse comportamento faz jogos terem "menor complexidade e fases mais curtas". Mas o domínio desses games está com os dias contados. "Jogos mais complexos são uma tendência. Provavelmente veremos esse movimento no Brasil nos próximos anos, com o crescimento da população que utiliza smartphones e melhorias na conexão de rede".

Diferentemente do Google, que divulgou a lista dos mais baixados, a Apple elegeu os melhores games para seus aparelhos. Para iPhone, escolheu o "Threes", em que os jogadores têm de somar quadrados estampados com mesmo número (Aqui para Android e iOS).

Para iPads, pinçou o "Monument Valley", um jogo que mistura quebra-cabeça com labirinto em um cenário inspirado nas obras do artista gráfico holandês Maurits Escher (1898-1972) (Aqui para iOS e Android).

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A companhia não revelou a quantidade de downloads que cada app teve. Encabeça a lista, o game “Pou”, que leva para a era dos smartphones um bichinho que virou mania nos anos 1990, o Tamagochi. Sem um objetivo específico a não ser cuidar do estranho ser, com cara de rissoles, o jogador tem de executar tarefas, entre as quais alimentá-lo, limpá-lo e colocá-lo para dormir. Para não dizer que o jogo é esse marasmo, dá para colocar o Pou para participar de gincanas, mas bem simples (Aqui para Android e para iOS).

A Zakeh, criadora do app, aposta na customização do Pou para não prender a atenção dos gamers, tanto é que firmou em novembro um acordo com o app “Toyze”, para dar vida aos bichinhos. Isso porque o programa oferece um serviço de impressão 3D que faz versões físicas do Pou criado por cada jogador. Antes disso, já era possível comprar pelúcias.

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Outro personagem dos games que pode ser “impresso” é o gato Tom, de “Meu Tom Falante", o app que ocupa a teceira colocação da lista. Nesse caso, o game leva para o mundo virtual a fissura de internautas pelos felinos (Aqui para Android e para iOS).

Dá para fazer carinho no bichano para vê-lo espreguiçar, além de endereçar a ele outros mimos. O recurso especial fica por conta da gravação de mensagens de voz reproduzidas por Tom. Segundo a Outfit7, o game já foi baixado mais de 230 milhões de vezes no mundo.

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Os dois games de simulação de carinho dividem a predominância na lista com os jogos de corrida com obstáculos. Segundo mais baixado do ano, “Subway Surfers” leva para os trilhos a dinâmica de um personagem corredor que deve desviar de trens (Aqui para Android e para iOS). Já em “Meu Malvado Favorito”, o jogador tem de controlar os Minions, as criaturinhas amarelas que roubam a cena nos filmes de mesmo nome da Universal (Aqui para Android e iOS).

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O game que bota os Minions para correr, quarto da lista, é uma criação da Gameloft. Especializada em aplicativos licenciados, a companhia é um dos ícones da geração mobile: atua no segmento de games desde 2000, possui mais de 500 apps publicados, que já foram baixados mais de 1,7 bilhão de vezes, e não para de crescer. Abriu em novembro seu 27º estúdio de criação em Seattle (EUA). A folha de pagamento registra mais de 5,2 mil desenvolvedores. Só em 2013, faturou US$ 315 milhões em vendas dentro desses aplicativos.

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Ainda que os números possam assustar, ainda há espaço para empresas com poucos títulos alcançarem um lugar ao sol. Responsável pelo “Perguntados”, game de perguntas e respostas, a argentina Etermax tem menos de dez apps publicados. O jogo é a exceção na lista por exigir um pouco mais do jogador do que apenas fazer cócegas na tela do smartphone (Aqui para Android e para iOS).

Fonte: G1

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