Preparados para o início do ano letivo previsto para começar logo nos primeiros dias de fevereiro, pais ou responsáveis estão movimentando as papelarias em busca de materiais escolares com qualidade e preço acessível.Nas prateleiras, a variedade de estampas, cores e temas chama atenção e enche os olhos dos consumidores, com opções para todos os gostos e bolsos, já que o desafio para o setor é equilibrar os custos de produção com a capacidade de consumo das famílias.
Kátia Alves, gerente administrativa de uma papelaria em Pará de Minas, avalia a movimentação da loja desde o mês de dezembro, quando as buscas começaram a ser intensificadas:
Clique e ouça Kátia Alves
Kátia ainda destaca quais são os temas e personagens que mais tem agradado os clientes:
Clique e ouça Kátia Alves
Mãe de gêmeos, Camila sabe a importância de uma boa oferta, e por isso, gosta de pesquisar antes de adquirir qualquer produto:
Clique e ouça Camila Lana
Vale lembrar que entre os materiais que não podem ser exigidos nas listas solicitadas pelas instituições de ensino, estão produtos de uso coletivo, itens de limpeza, materiais de escritório e itens destinados ao uso dos profissionais da escola, conforme estabelece a Lei Federal nº 12.886/2013.
Segundo a Secretaria de Educação de Minas Gerais, o ano letivo terá início no dia 10 de fevereiro nas mais de 3.400 escolas da rede estadual. Já em boa parte da rede particular, as aulas voltam mais cedo, logo na primeira segunda-feira do mês, 3 de fevereiro.
Por: Júlia Mendonça
Imagens: Espacial FM
25/03/2026 - Ascicred anuncia rateio de R$ 16 milhões para os cooperados
25/03/2026 - Águas de Pará de Minas promove ação especial para comemorar o Dia Mundial da Água
24/03/2026 - Estatuto da Criança e Adolescente Digital está em vigor
24/03/2026 - ASSODIPAM celebra 26 anos com missa de ação de graças em Pará de Minas
24/03/2026 - Pará de Minas recebe na próxima sexta-feira, a 2ª Feira AgroExperts
23/03/2026 - Patronato completa 80 anos, amparando e formando jovens de Pará de Minas
23/03/2026 - Brasil caminha para um futuro sem pagamentos em espécie?