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15/07/2019 às 09:08h

Funcionários terceirizados da Vale serão ouvidos na CPI de Brumadinho nesta segunda

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Cinco trabalhadores de empresas que prestavam serviços de drenagem e geologia para a Vale devem ser ouvidos na tarde desta segunda-feira (15) na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).  Eles atuavam na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, onde a barragem B1 se rompeu em 25 de janeiro deste ano. 

Até o momento, 248 mortes já foram confirmadas e o Corpo de Bombeiros ainda busca por 22 desaparecidos. Na audiência, marcada para 14h30 no Plenarinho IV, foram convocados a prestar depoimento Antonio França Filho e Romero Xavier, funcionários da Reframax, Laís Antonelli, geóloga da Fugro In Situ Geotecnia, Ruy Thales Baillot e Marcelo dos Santos, vice-presidente e diretor de operações da Alphageos Tecnologia Aplicada.

Todos os convocados serão ouvidos na condição de testemunhas. De acordo com a ALMG, a comissão quer saber dos trabalhadores que prestavam serviço no local do rompimento da barragem sobre anormalidades anteriores que já poderiam indicar a instabilidade da estrutura. Conforme os parlamentares que comandam a CPI, a Alphageos era a empresa responsável por introduzir drenos horizontais para retirar excesso de água da barragem.

Entretanto, a medida teria sido interrompida por vazamentos. No caso da Fugro, os trabalhadores faziam análise de solo na barragem, enquanto os funcionários da Reframax eram responsáveis por obras na mina. No dia do rompimento da estrutura, as três empresas tinham funcionários no local e alguns morreram.

“Além de entender se esses funcionários têm informações sobre a situação de estabilidade da barragem, os parlamentares devem buscar dados sobre o atendimento médico e assistencial que eles e os familiares dos colegas mortos e desaparecidos têm recebido depois da tragédia”, informou o comunicado da ALMG. A audiência pode ser acompanhada, em tempo real, pelo site e redes sociais da ALMG.

Fonte: Hoje em Dia


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