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13/07/2015

Imóveis de BH entram em liquidação com a crise econômica

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No setor imobiliário também é possível encontrar pechinchas. Segundo o presidente da Lar Imóveis, Luís Antônio Rodrigues, alguns imóveis estão sendo negociados com preços de 5% a 15% menores. Em alguns casos, a redução chega a 20%. “Atualmente, costumo dizer que passou o momento do vendedor. Agora é a hora do comprador”, afirma. Isso porque, de acordo com ele, depois do boom imobiliário registrado entre 2010 e 2013, o mercado voltou à estabilidade. Com isso, muitos proprietários estão enxergando que a supervalorização de algumas unidades não atrai clientes.

É o caso, por exemplo, de uma casa no Bairro Cidade Jardim. Segundo Luís Rodrigues, o proprietário pedia R$ 1,9 milhão pelo imóvel. “Na nossa avaliação, ela valia R$ 1,7 milhão. E foi vendida por R$ 1,6 milhão”, revela. Ele observa que agora o consumidor consegue negociar. “O mercado está excelente para quem compra”, defende. Segundo Flávio Galizzi, vice-presidente da área de corretoras de imóveis da Câmara do Mercado Imobiliário (CMI/Secovi), há hoje uma estabilidade no mercado e são poucas as construtoras que estão fazendo lançamentos, esperando o cenário econômico melhorar.

De acordo com especialista em finanças e professor da Fumec, Leonardo Teixeira, a oportunidade que vem com a crise afeta dois lados: quem está com dinheiro e quem não está. “Se você tem condições de comprar um imóvel ou um carro, sem que isso lhe aperte no orçamento, você pode fazer um bom negócio”, afirma. Segundo ele, de qualquer forma, é sempre manter a cautela e se perguntar: “é hora de gastar?”.

Teixeira destaca que no setor imobiliário, como alguns proprietários querem vender seu bem às pressas em busca de um retorno financeiro, o poder de barganha pode ser mais alto do que se imagina. Já para os carros, ele aconselha comparar os valores do veículo novo com os de usados. “As pessoas têm que ter planejamento financeiro para tudo”, alerta. (LE)

Fonte: Estado de Minas

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