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11/07/2015

Canadá dá o pontapé inicial para os Jogos de Toronto

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Com um show de luzes, fogo, efeitos visuais, telas de led e muita tecnologia, o Canadá promoveu uma bela cerimônia de abertura no estádio Ceremonies Venue para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, na noite desta sexta-feira. A chegada da tocha no início e o acendimento da pira fora do estádio no fim, o desfile das delegações e a apresentação do Cirque Du Soleil foram os pontos altos da festa.

As competições, que se iniciaram com o Polo Aquático, no dia 7 de julho, se estendem até o dia 26, quando ocorrerá a festa de encerramento dos Jogos no mesmo estádio da abertura.

A cerimônia desta sexta teve início com referência aos povos indígenas. Com 21 grupos de dança distintos, o tema da apresentação era “Do sonho para a realidade”. Diferentemente de outras aberturas, os canadenses não deixaram a tocha para o fim da festa. Ela surgiu no começo e em grande estilo.

Para que o objeto chegasse ao estádio, a organização promoveu uma reedição do revezamento 4 x 100 metros canadense, que foi campeão olímpico nos Jogos de Atenas, em 1996. Robert Esmie, Glenroy Gilbert, Bruny Surin, Donovan Bailey e Carlton Chambers foram os responsáveis por conduzir a tocha acesa para dentro do estádio. Um dos momentos mais emocionantes foi quando Bailey saltou da CN Tower, a terceira torre mais alta do mundo com a tocha nas mãos, antes de entrar no estádio.

Em seguida, o hino canadense foi tocado pela orquestra sinfônica antes do início do desfile das delegações. A Argentina foi a primeira a entrar. Uma música que representasse o ritmo de cada país foi tocada durante a entrada de cada um dos 41 países que participarão dos Jogos Pan-Americanos.

O Brasil entrou no estádio com o nadador Thiago Pereira como porta-bandeira, com os atletas muito animados e registrando todos os momentos com vídeos e fotos.

No palco, em formato de tartaruga, as delegações se posicionaram para fazer parte do espetáculo do Cirque Du Soleil. Pequenas placas de led foram colocadas nos agasalhos dos atletas para iluminar os arredores da apresentação do Cirque, que conta com 1.300 bailarinos de 50 países diferentes e com 80 brasileiros em sua equipe.

O belíssimo espetáculo dos artistas circenses foi baseado no tema da cerimônia: "Do sonho para a realidade". Assim, eles foram mostrando os esportes que foram aparecendo no decorrer do desenvolvimento da sociedade até representar algumas das modalidades presentes no Pan. Cada modalidade era representada por um guardião.

Simultaneamente, o Cirque Du Soleil representou os obstáculos enfrentados pelos atletas desde o seu nascimento, os seus sonhos na infância, a perda da inocência na passagem para a adolescência, a escolha das profissões, a despedida da família para treinar e competir longe de casa. Eles mostraram todo os sacrifícios e todas as lutas que apareceram no caminho para que as pessoas pudessem se tornar atletas.

Depois, foram feitos os juramentos, os pronunciamentos oficiais e ocorreu mais um revezamento. O fogo da tocha acendida no início das apresentações foi passada para a pira pan-americana. A pira iniciou uma nova caminhada, para fora do estádio, com Charmaine Crooks, Jillian Richardson, Molly Killingbeck e Marita Payne, medalhistas de bronze nos 4 x 400 metros com a equipe feminina canadense nos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles.

Em seguida, a pira foi repassada para o jogador de basquete Andrew Wiggins, depois para o ex-jogador de basquete Steve Nash, que saiu do estádio e acendeu a pira pan-americana, decretando a abertura oficial dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá.

Fonte: O Tempo

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