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13/01/2020 às 08:14h

Cervejaria artesanal de Pará de Minas explica processo de fabricação e afirma não utilizar substância que pode ser a causa de mortes em BH

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Após a substância dietilenoglicol ser aventada pela Polícia Civil como a responsável por provocar contaminação de dez pessoas em Belo Horizonte, os consumidores de cerveja artesanal passaram a ficar desconfiados com esse tipo de produto, com o receio de serem prejudicados pelo material que foi encontrado nas cervejas Belo Horizontina, produzidas pela cervejaria Backer.

Para entender como são feitas as cervejas artesanais e se há algum risco para quem as consomem, a reportagem do JC Notícias esteve em uma indústria de produção de cervejas desse tipo em Pará de Minas e conversou com o mestre cervejeiro, Júlio Pereira.

Em entrevista, inicialmente ele explica as diferenças na produção de cervejas artesanais com as tradicionais e se há a utilização realmente da substância dietilenoglicol:

Clique e ouça Júlio Pereira

Júlio comenta que os consumidores das cervejas artesanais não precisam se preocupar:

Clique e ouça Júlio Pereira

O mestre cervejeiro comenta sobre o caso envolvendo a contaminação em Belo Horizonte. Segundo ele, deveria haver uma investigação mais aprofundada antes de se divulgar qualquer informação:

Clique e ouça Júlio Pereira

Com a notícia da contaminação da cerveja artesanal Belo Horizontina, o mercado desse tipo de produto deve ser afetado de início. Em contrapartida, é um nicho da indústria que vem crescendo ao longo dos anos e atraindo cada vez mais adeptos que procuram por uma bebida pura e de boa qualidade.

Por Henrique Silva


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