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06/01/2015

O Futuro já começou e nem percebemos

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Enquanto 2015 começa, retrospectivas captam os fatos passados. Alguns acontecimentos no mundo da tecnologia, no entanto, dão o tom do que está por vir. Veja as tendências que mostram que, apesar de já estarmos em outra, no ano de 2014 o futuro só acabou de começar.

Seu dinheiro em todo lugar

imagemSe a internet não possui fronteiras, uma moeda que existe apenas nela e é negociada por meio da na rede pode ter? 2014 foi o ano em que a mais proeminentes das moedas virtuais, o bitcoin, decolou a ponto de romper as barreiras da web e chegar às ruas. Mesmo à margem do sistema financeiro, sua regulação e seus efeitos foram discutidos. Isso enquanto pequenos comerciantes do Brasil já a usam e gigantes da tecnologia nos Estados Unidos começam a aceitá-la. No futuro, o dinheiro não seja sequer parecido com o bitcoin. Serviços digitais não estão preocupados com isso. Querem mesmo é fazer a “bufunfa” circular. A febre atinge desde a maior rede social do mundo até o aplicativo de troca de fotos que se autodestroem.

Skate voador

imagemQuase que de volta do futuro mesmo vieram o “skate voador”, desenvolvido por uma startup do EUA, e o carro sem motorista, do Google. Enquanto um aguça os fãs do filme “De Volta para o Futuro 2”, o outro atiça os motoristas dorminhocos. Rodando até agora em rodovias, o veículo invadiu as ruas neste ano. Nele, a orientação é feita pela internet. Já a mágica do skate está nos campos magnéticos em que ele “surfa”. Deve circular pelas pistas em 2015. Na onda das máquinas que se autogerem, Londres inaugurou o primeiro telefone público a dispensar energia elétrica por se carregar com energia solar.

Drones em qualquer lugar

imagemHá algo no ar. Não são pássaros, aviões, o Super-Homem, mas veio para ficar. Os veículos aéreos não triupaldos (vants), quer haja lei que os permita ou não, estão no ar. Foram usados por padaria, pizzaria, camisarias e pela Amazon. Em breve, terão o tamanho de Boeings, prometem uns, e entregarão suas compras, dizem outros. Isso se voarem na linha, pois há países, à exemplo da China, criando armas para os vants encontrarem o chão de forma nada suave. Por aqui, a Anac trabalha em uma norma de os drones voarem dentro da lei.


Faça você mesmo

imagemFaltam peças para algum eletrônico? O tatuador está ocupado até a Copa do Mundo de 2022? Em breve, esses problemas serão resolvidos com um software baixando na internet. Franceses fizeram uma impressora 3D tatuar e um banda de rock toca instrumentos feitos nessas máquinas. Para não ficar atrás, fabricantes lançam PCs multimídia, capazes de captar o caráter 3D de objetos. Na cultura do “faça você mesmo”, é permitido até fazer do próprio corpo uma carteira virtual --nada mais em linha com isso do que guardar bitcoins nela.


Bugigangas para a vida

imagemTomar chuva ou uma sopa podem nunca mais serem as mesmas coisas. Com alguns circuitos, empresas de hardware transformam objetivos cotidianos em “gadgets”. Assim, colheres passaram a ter sistema “antitremor”, guarda-chuvas repelem a água apenas com ar, aspiradores de pó transmitem vídeo em tempo real a smartphones e impressoras passeiam pelo papel enquanto fixam a tinta. Nem paredes escaparam. Um projetor as transforma em telas sensíveis ao toque.


No corpo, na roupa

imagemApós fazer computadores caberem no bolso de trás da calça, o mundo da tecnologia quer integrar seus circuitos às roupas e até à pele das pessoas. Apesar já destravarem celulares, tatuagens estão prestes a ganhar novas funções, como transformar suor em energia para recarregar relógios digitais e até smartphones. Os olhos de diabéticos estão prestes a receber lentes de contato que controlam os índices de glicemia. Em breve, não será mais preciso checar o Google Maps no celular, pois os tênis saberão, literalmente, o caminho das pedras e até darão dicas de por onde andar.

Para ver e falar o mundo

imagemSe o app de bate-papo como o WhatsApp agiliza a comunicação humana e é capaz de entabular conversas com simples ":)", que transformações poderão ocorrer quando a tecnologia criar novas formas para ver o mundo e falar sobre ele? Não pisque, já começou: relógios transformam em mensagens a caligrafia de palavras escritas em sua tela e apps fazem carros “dizerem” ao motorista se estão funcionando bem. Conversas pela internet entre pessoas que falam idiomas diferentes são traduzidas no ato. O Skype, executor da mágica, vai ter de se virar quando o aparelho de um indiano começar a transformar respiração em bate-papo. Além disso, saborear paisagens e jogar games deixará de ser monopólio de quem enxerga. “Videogames sem vídeo” tentarão criar “universos” para deficientes visuais, que já são guiados em Londres por “paisagens sonoras”.

Eles, robôs

imagemMáquinas já não assustam ninguém quanto montam carros, mas a linha de montagem já ficou para trás. Eles, os robôs, já invadiram hospitais, escolas e estão até entre pinguins. Não se surpreenda se venderem seu próximo café, cuidarem de idosos ou até se aprenderem a jogar “Angry Birds” –só para dar aos humanos alguma auto-confiança. Ainda de forma tosca, já desempenham atividades subjetivas que gostamos de associar à humanidade, como encenar peças de teatro ou ensinar a rezar. E apesar de o rebolado ainda ser mecânico, já até sensualizam no pole dance.

Dados que mudam o mundo

imagemUm tuíte não faz verão, mas um montão deles pode ajudar no combate ao ebola. A profusão de dados, apelidada de “big data”, já é passado, mas a análise em tempo real dessa enxurrada vai facilitar decisões para assuntos urgentes. Na África, dados de celular e tuítes sinalizaram rotas migratórios, onde centros de tratamento do ebola foram instalados. Esse fluxo de informação seguirá cada vez mais das pessoas para os órgãos públicos. No Brasil, o Waze já informa à prefeitura do Rio como está o trânsito da cidade que ela deve administrar.

Fonte: G1

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