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23/07/2021 às 10:58h

Brasil estreia no vôlei masculino com sete jogadores tentando triplicar o número de bicampeões olímpicos na modalidade

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Uma das maiores esperanças brasileiras em Tóquio para a conquista de uma medalha de ouro, a seleção brasileira masculina de vôlei estreia na Olimpíada nesta sexta-feira (23), encarando a Tunísia, às 23h05 (de Brasília), com a possibilidade de mais do que triplicar a sua lista de jogadores bicampeões olímpicos.

Em 100 anos de participação olímpica, numa história iniciada em Antuérpia, em 1920, o Brasil tem 13 atletas que conquistaram duas medalhas de ouro. Três deles são do vôlei masculino. O levantador Maurício e o ponteiro Giovane subiram no lugar mais alto do pódio em Barcelona, em 1992, e Atenas, em 2004.

Na Grécia, há 17 anos, eles tinham como líbero da equipe Serginho, que chegou ao bicampeonato em 2016, no Rio de Janeiro, na sua última participação olímpica marcada por quatro medalhas, pois ele foi prata em Pequim (2008) e Londres (2012).

Agora, Bruninho (levantador), Douglas Souza, Maurício Borges e Lucarelli (ponteiros), Lucão e Maurício Souza (centrais) e Wallace (oposto), campeões olímpicos dentro de casa, em 2016, iniciam a caminhada em Tóquio buscando aumentar significativamente a lista dos brasileiros com dois ouros nos Jogos.

Dos 12 convocados por Rena Dal Zotto, apenas cinco não estiveram na Rio 2016, sendo quatro deles bem conhecidos pelo torcedor mineiro, pois têm grande história com a camisa do Cruzeiro. São eles Fernando Cachopa (levantador), Isac (central), Alan (oposto) e Leal (ponteiro), cubano que se naturalizou brasileiro para defender a seleção no período em que defendia a equipe celeste. A missão de substituir Serginho como líbero será de Thales, do Taubaté.

Repetição

O torneio masculino de vôlei tem 12 equipes divididas em dois grupos. O do Brasil é o B e a estreia acontece justamente contra o adversário menos tradicional, a Tunísia.

Na segunda rodada, no próximo dia 26, às 9h45 (de Brasília) acontece o clássico sul-americano contra a Argentina. A sequência final é dura, contra os times mais fortes da chave: Rússia, Estados Unidos e França, que após a Olimpíada passará a ser comandada por Bernardinho, treinador brasileiro nos ouros em Atenas (2004) e Rio de Janeiro (2016) e nas pratas em Pequim (2008) e Londres (2012).

Em Tóquio, Renan Dal Zotto dirige a seleção brasileira masculina de vôlei pela primeira vez numa Olimpíada. E ele tenta repetir o feito de Bernardinho, de ganhar medalha como atleta e treinador.

Os dois integravam a equipe que ganhou a primeira medalha olímpica do vôlei brasileiro, a prata em 1984, em Los Angeles.

Repetir a trajetória de Bernardinho à frente da seleção masculina, com quatro finais olímpicas consecutivas não é uma tarefa fácil, mas garantindo o ouro em Tóquio, Renan Dal Zotto já estará fazendo história.

Fonte: Itatiaia

Foto: COB

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