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Felipão diz que média de dois pontos por jogo traduz evolução no Cruzeiro

17/12/2020 às 08:55h

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O Cruzeiro desperdiçou grande chance de se aproximar do G4 ao empatar por 1 a 1 com o CSA, nessa terça-feira, no Independência, pela 29ª rodada da Série B. A distância para o Juventude, quarto colocado, foi mantida em sete pontos: 46 a 39. Apesar de o acesso ter ficado mais complicado, o técnico Luiz Felipe Scolari destacou o bom aproveitamento da equipe sob o seu comando. Segundo ele, a média de dois pontos (26 em 13 jogos) traduz a evolução de um time que corria grande risco de cair para a terceira divisão.

“Eu vejo (evolução). Tanto que os pontos estão traduzindo essa evolução. Não esqueça que são 13 jogos e 26 pontos. É uma média de dois pontos por jogo, é uma evolução. Se tivéssemos dois pontos por jogo quando chegamos aqui, imagine onde é que nós estaríamos? Então é uma evolução, é uma situação nova, os jogadores têm se dedicado, os jogadores têm colaborado no sentido de termos um esquema de jogo bem feito para determinados jogos e a gente tem que correr atrás do prejuízo que era”, disse o treinador, citando a campanha de 13 pontos até a 16ª rodada (penúltimo lugar).

“Porque 13 pontos em 16 jogos (antes de ele chegar), corre atrás, corre atrás, e você dá oportunidade a outras equipes de jogar com mais tranquilidade diante do teu time. Mas, dentro do que nós planejamos, quando aqui chegamos, está bom. Já temos 39 pontos e acreditamos que com mais três, quatro pontos, saímos da zona da Série C. Pronto, é a primeira parte. Depois vamos pensar na segunda, quando tivermos oportunidade de pensar na segunda”, complementou.

Felipão considerou justo o resultado contra o CSA, mesmo com o domínio estatístico de sua equipe: 58% de posse de bola e 19x8 em finalizações. “Posso dizer que foi um jogo equilibrado, nós tivemos as melhores chances no início do segundo tempo, o goleiro do CSA fez defesas espetaculares. Depois, quando empatamos, o Fábio fez defesas espetaculares, então eu não posso dizer que o resultado seja um resultado que a gente possa lamentar. Na soma geral, o empate foi o mais correto para as duas equipes”.

Por fim, ele deu a entender que houve falta de planejamento no primeiro semestre, quando o clube era conduzido pelo conselho gestor, que não pagou dívida de mais de R$ 5 milhões referente à contratação do volante Denílson e levou à perda de seis pontos na Série B em punição aplicada pela Fifa. Na opinião do ex-treinador da Seleção Brasileira, várias equipes se prepararam para a competição desde o início do ano, enquanto o Cruzeiro só conseguiu se organizar a partir da metade da temporada.

“A gente sabe, sabia desde o início do ano. Ou quem estava aqui não sabia? Ou não conhecia o que era uma Série B? É assim, é difícil. Tem que estar preparado para ganhar algumas fora, empatar uma casa, ganhar em casa, empatar fora, perder uma ou outra partida. Tem que saber que tem outras equipes muito bem organizadas na Série B desde o início do ano. E nós só fomos organizar a nossa equipe da metade do ano em diante”.

Com 39 pontos em 29 jogos, o Cruzeiro tem 8,8% de probabilidade de retornar à elite do Brasileirão em 2021. A nove rodadas para o encerramento da segunda divisão, a equipe precisa somar 24 pontos para chegar a 63. Essa campanha, de acordo com o Departamento de Matemática da UFMG, assegura 99,6% de chance de acesso.

A Raposa volta a campo na sexta-feira, às 20h15, contra o Avaí, no estádio da Ressacada, em Florianópolis. Depois, pegará Ponte Preta (fora), Cuiabá (casa), Sampaio Corrêa (fora), Oeste (casa), Juventude (fora), Operário (casa), Náutico (casa) e Paraná (fora).

Fonte: Super Esportes

Foto: Alexandre Guzanshe/EM D.A Press

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