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ATLÉTICO MG

Presidente cita ambições e prevê Atlético como referência na América Latina

26/03/2021 às 08:00h

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Os planos do Atlético são ambiciosos. Em meio à crise financeira internacional provocada pela pandemia de coronavírus, o clube iniciou, ainda em 2020, um significativo processo de reformulação administrativa e no futebol. O aumento nos investimentos - impulsionado pela parceria financeira e de gestão com empresários-torcedores - alçou a equipe ao status de candidato aos principais títulos nacionais. A meta do presidente Sérgio Coelho, porém, vai além-fronteiras: ser referência na América Latina.

O mandatário alvinegro concedeu entrevista exclusiva ao Superesportes nesta quinta-feira, 25 de março de 2021, data em que o Atlético completa 113 anos de história. “Com todo esse trabalho sendo implementado, nós temos certeza que o Clube Atlético Mineiro, num futuro muito próximo, será reconhecido como um dos maiores clubes em gestão na América Latina”, declarou Coelho, que assumiu o cargo máximo da administração atleticana em janeiro, no lugar de Sérgio Sette Câmara.

O trabalho é de continuidade, mas com claras diferenças em relação ao antecessor. Sérgio Coelho tem perfil apaziguador e recebeu dos mecenas a missão de fazer um mandato de “coalizão”. As ideias eram claras: evitar a guerra política que ameaçou se iniciar nos meses finais do mandato de Sette Câmara, unir diferentes alas do Conselho Deliberativo e tocar o audacioso projeto financiado pelos empresários Rafael Menin, Rubens Menin, Renato Salvador e Ricardo Guimarães. O grupo dos ‘4 R’s’.

“Eles têm nos apoiado. Se não fosse por eles, nós estaríamos numa situação complicadíssima. A situação estaria bastante complicada, pelo fato de que as receitas caíram pela metade. Imagine um clube que perde 50% das suas receitas e mantém as despesas sem desconto nenhum. Então, existe um desequilíbrio matemático, que é fácil de ser compreendido. E se não houver algumas ações e ajudas, seria muito complicado”, admitiu o mandatário.

Planos para o futuro

A dependência dos empréstimos da família Menin para pagar dívidas, salários e contratações preocupa, embora sejam contraídos com condições muito melhores que a média do mercado. Por isso, o clube vai apresentar em breve o planejamento estratégico para os próximos cinco anos. Nele, serão estabelecidas metas esportivas e financeiras para efetivamente alçar o Atlético ao patamar de protagonismo desejado.

“Será detalhado o nosso plano de trabalho para os próximos cinco anos. Esse planejamento não é para daqui um ano resolver a situação. É um planejamento para daqui a cinco anos, sendo corrigido anualmente, com um tempo a mais no futuro e com o objetivo de quitar dívidas e, ao mesmo tempo, ser um time protagonista”, disse.

E, para ser protagonista em campo, o Atlético não descarta contratar mais. Ao longo da entrevista, o presidente revelou que ainda aguarda a avaliação do elenco pelo técnico Cuca, mas não descartou a chegada - e a saída - de um zagueiro. Cria da Cidade do Galo, Jemerson é um dos nomes que agradam. Mas tudo dependerá da dinâmica do mercado.

Fonte: Super Esportes

Foto: Bruno Cantini/Atlético


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