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25/01/2020 às 09:00h

Bombeiro destaca grande operação de buscas às vítimas logo após a tragédia de Brumadinho

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O dia 25 de janeiro ficará marcado para sempre na história do Brasil, de Minas Gerais e, especialmente para Brumadinho. Nesse dia, em 2019, aconteceu o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, de responsabilidade da mineradora Vale do Rio Doce e que se tornou o maior crime ambiental já ocorrido no País, superando até o de Mariana, que teve as mesmas características, mas em menor proporção no ano de 2015.

Passados 12 meses, o Jornal da Cidade preparou uma série especial de reportagens, intitulada: “Arredores da Lama”, para falar sobre os danos e prejuízos causados ao meio ambiente e, também, para a população que foi atingida direta e indiretamente pelo crime ambiental.

Neste sábado (25), exatamente um ano após a tragédia, para encerrar a sequência de matérias dedicadas ao desastre de Brumadinho, conversamos com o tenente do 1º pelotão da 2ª companhia do Corpo de Bombeiros, Marcus Maia, que esteve envolvido diretamente no auxílio das buscas às vítimas do crime ambiental da Vale do Rio Doce.

Em entrevista, ele relembra o cenário de destruição ao chegar em Brumadinho poucas horas depois do rompimento da barragem:

Clique e ouça Tenente Marcus Maia

Tenente Marcus destaca a grande operação de busca às vítimas que permanece até hoje:

Clique e ouça Tenente Marcus Maia

O militar do Corpo de Bombeiros ressalta ainda a contribuição dos agentes de Pará de Minas nas buscas aos atingidos pela tragédia de Brumadinho:

Clique e ouça Tenente Marcus Maia

Por fim, Tenente Marcus Maia explica como está a situação nas áreas mais atingidas pela lama da mina Córrego do Feijão:

Clique e ouça Tenente Marcus Maia

Ao todo, morreram 259 pessoas na tragédia do dia 25 de janeiro de 2019. Como dito na reportagem, os bombeiros ainda buscam por 11 pessoas que provavelmente estão soterradas no meio da lama.

A mineradora Vale do Rio Doce segue com suas atividades em outras regiões de Minas Gerais e os culpados diretos pelo crime de Brumadinho ainda não foram julgados pela justiça. Os familiares das vítimas estão no meio jurídico para conseguir indenizações por parte da empresa, seja por meio de acordos individuais ou coletivos.

Por Henrique Silva


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