21/09/2026 às 07:42h
O comando da Guarda Civil Municipal (GCM) de Pará de Minas se manifestou sobre o processo de armamento dos agentes com armas de fogo. O posicionamento ocorre após a morte de um homem de 23 anos que se envolveu num confronto com policiais militares no início de setembro em um condomínio no bairro Dom Bosco.
Segundo informações divulgadas sobre o caso, o homem, que estaria em surto psicótico, avançou contra dois militares com uma faca, na tentativa de agredi-los, e acabou sendo baleado e morto.
O caso gerou ampla repercussão dentro da GCM, especialmente por dois motivos. O primeiro é que a ocorrência atendida pela Polícia Militar teve como motivo violência doméstica, uma vez que a PM foi acionada após o homem agredir a mãe e o irmão. Esse tipo de ocorrência também é atendido pela Guarda Municipal. Somente neste ano, até o final de agosto, foram 22 acionamentos. O número é quase o mesmo de todo ano de 2025, quando foram atendidas 29 ocorrências dessa natureza.
O comandante Luís Miguel dos Santos Lopes deu mais detalhes:
Clique e Ouça Comandante Luís Miguel 1
Já o segundo motivo é que os agentes da GCM ainda não possuem armas de fogo.
Atualmente, a Guarda utiliza armas de choque do tipo Taser, capazes de provocar incapacitação temporária por meio de descarga elétrica. Para o comandante Luís Miguel, os agentes necessitam desse tipo de armamento diante do leque de serviços que realizam e da gravidade de alguns chamados:
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Durante a entrevista, o comandante afirmou que o processo de armamento dos agentes está em curso, mas evitou entrar em detalhes.
Por JC Notícias
Foto: Arquivo Espacial FM
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