Olhe prum lado, olhe pro outro, preparem o terreno que a dança vai começar… “Do Oiapoque ao Chuí" as pessoas já dançaram esse hit que é muito conhecido entre a população brasileira. Essa manifestação corporal surgiu como necessidade do ser humano de expressar suas emoções, com características religiosas e folclóricas.
Há 17 anos trabalhando com arte, a professora Sandi Cristina, fala dos encontros com diversos públicos, que escolheram as danças urbanas por lazer, estilo, entretenimento ou profissão:
Clique e ouça Sandi Cristina
Muito além de visualizações, curtidas e números, a dança em suas variadas formas e estilos, transcende os limites do mero movimento corporal. Com as novas tendências e transformações nas redes sociais, a dança tomou um novo formato e se baseia nos hits que estão em alta nas plataformas de música:
Clique e ouça Sandi Cristina
Na dança, os bailarinos expressam suas emoções, pensamentos e ideias por meio de movimentos, seja no ballet clássico, nas danças folclóricas ou nas coreografias contemporâneas. Ao longo da história, coreografias impactantes têm dado voz a movimentos sociais, como a luta pelos direitos civis, igualdade de gênero, inclusão e diversidade.
Por Sérgio Pêgo
Fotos: Arquivo pessoal Sandi Cristina
05/02/2026 - Hanseníase; os cuidados para não se contaminar com a doença
05/02/2026 - Especialistas denunciam violência contra pessoas idosas
05/02/2026 - Advogado reforça os canais de comunicação com o Procon em Pará de Minas
04/02/2026 - Abandono animal segue como desafio para as cidades; veterinária responsabiliza tutores
04/02/2026 - Advogado explica regras específicas para comprovação de atividade rural
04/02/2026 - Fies 2026 abre inscrições para processo seletivo do 1º semestre