30/12/2025 às 07:34h
Conteúdos produzidos por perfis estão sendo usados para vender produtos falsos e aplicar fraudes financeiras na internet. Conhecidos como deepfakes, os conteúdos são gerados artificialmente a partir de imagens reais.
Desde quando passou a ser utilizado, esse mecanismo cresceu mais de 24%, e o uso de IA para sofisticar golpe é desafio para empresas e consumidores, tornando mais um obstáculo para a segurança pública.
O advogado Anderson Rodrigues reforça alguns cuidados que os consumidores devem ter, principalmente quando se trata de compras realizadas por meio de links recebidos em redes sociais e em sites duvidosos:
Clique e ouça Anderson Rodrigues
Dentre as práticas criminosas está a criação de contas na plataforma Facebook ou Instagram para divulgar vídeos falsos, com links que direcionam a sites que vendem produtos “milagrosos” ou apresentam ofertas exorbitantes. Mas, existem formas de minimizar esses riscos:
Clique e ouça Anderson Rodrigues
As pessoas físicas são as principais vítimas dos crimes cibernéticos, mas as empresas também são alvos e, nesses casos, normalmente os prejuízos são maiores. O crime de estelionato é o mais frequente, sendo responsável por mais de 50% das ocorrências no ano passado.
Por JC Notícias
Fotos: JC Notícias
20/08/2026 - De pais para filhos; o desafio de manter o legado das empresas entre gerações
19/08/2026 - Terminal Urbano de Pará de Minas já tem data para começar a funcionar
19/08/2026 - Pipas na rede elétrica causam mais de 1,2 mil ocorrências em Minas neste ano
19/08/2026 - Golpe do “falso gerente” usa inteligência artificial para enganar clientes de bancos
18/08/2026 - Jovem que nasceu sem os dois braços conquista carteira de habilitação em Pará de Minas
18/08/2026 - Morre aos 93 anos Zé Penha, símbolo da cultura de Pará de Minas
18/08/2026 - Livro resgata 60 anos de história da Escola Estadual Fernando Otávio