05/02/2025 às 07:11h
Dados de atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mostram que a má alimentação com ultraprocessados leva a R$ 933,5 milhões por ano em gastos diretos com saúde.Com as pessoas mais atarefadas atualmente, a lista de pesquisas relacionadas a esses alimentos é extensa e os estudos apontam que os efeitos negativos dos ultraprocessados são mais do que disseminados, como destaca a nutricionista Ana Bárbara:
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Alimentos ultraprocessados, como bolachas/biscoitos recheados, salgadinhos industrializados, macarrão instantâneo, dentre outros são altamente palatáveis e práticos. Portanto é sempre importante as mudanças no estilo de vida começando pela alimentação:
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Uma pesquisa recente de uma revista britânica revela fortes indícios de que a ingestão de alimentos ultraprocessados está associada a risco aumentado de 50% de morte por doenças cardiovasculares; 53% de transtornos mentais comuns; 48% de ansiedade; e 12% maior de diabetes tipo 2.
E na tarde de ontem (4), durante a 6ª edição do Encontro Nacional do PNAE, em Brasília, o governo federal anunciou que vai reduzir de 20% para 15% o limite de alimentos processados e ultraprocessados que poderão compor o cardápio das escolas públicas brasileiras em 2025. O objetivo é oferecer alimentação mais saudável aos estudantes, priorizando alimentos mais nutritivos, produção local e maior diversidade de cultura alimentar das regiões do país.
Por Sérgio Pêgo
Fotos: Espacial FM
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