14/08/2026 às 07:33h
Um adolescente de 15 anos foi agredido por um colega após sair da Escola Municipal Celuta das Neves, em Itaúna. A vítima, que tem paralisia cerebral e TDAH, foi atingida com socos e chutes e precisou ser encaminhada para atendimento médico.
Segundo a Polícia Militar (PM), os dois adolescentes teriam se envolvido em uma confusão durante o recreio. Após o fim das aulas, o colega teria seguido a vítima e iniciado as agressões. O adolescente sofreu escoriações no braço esquerdo, abdômen e perna esquerda. A mãe levou o filho ao Hospital Manoel Gonçalves e acionou os militares. O suspeito não foi apreendido.
Em uma publicação nas redes sociais feita na última quarta-feira (12/8), a Escola Municipal Celuta das Neves esclareceu que a agressão não ocorreu dentro das dependências da unidade, mas a cerca de 300 metros do local. A direção informou que tomou conhecimento do caso por meio de vídeos divulgados na internet e afirmou que o aluno apontado como agressor tem Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Em nota, a escola declarou que não compactua com qualquer forma de violência ou discriminação e que está adotando as medidas cabíveis, além de prestar acolhimento aos alunos e às famílias. A instituição também afirmou repudiar as ameaças direcionadas aos envolvidos nas redes sociais, após a divulgação das imagens da agressão.
Com Informações do Estado de Minas
Foto: Espacial FM
18/09/2025 - Motorista inabilitada e com sintomas de embriaguez capota carro de luxo em rio
18/09/2025 - Criminosos trocam tiros com policiais durante perseguição; um suspeito morreu
17/09/2025 - Caminhão capota na MG-060, em Pequi; passageiro do veículo ficou gravemente ferido
17/09/2025 - Motorista de aplicativo desaparece após corrida em Pará de Minas
17/09/2025 - Homem é preso após tentar furtar cabos de energia elétrica
17/09/2025 - Funcionário da Copasa é encontrado morto em reservatório de água
17/09/2025 - Idosa morre após ser atropelada na porta de casa; ocupantes do carro fogem a pé
17/09/2025 - Imprudência e embriaguez ainda são as principais causas de morte no trânsito