Mais de cinco anos após o início da pandemia, a Covid-19 ainda deixa marcas profundas em milhares de famílias brasileiras. Nesta semana, foi sancionada a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, criado como forma de homenagear as pessoas que perderam a vida durante a maior crise sanitária da história recente do Brasil.
A pandemia provocou mais de 700 mil mortes no país e consolidou Minas Gerais como um dos estados brasileiros com maior número absoluto de mortes. Além disso, ela gerou impactos que vão muito além das estatísticas, como famílias desestruturadas, crianças órfãs, sequelas físicas e emocionais. No entanto, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância de manter viva a memória sobre tudo o que aconteceu:
Clique e ouça Alexandre Padilha
A data escolhida foi 12 de março, em referência à primeira morte registrada pela doença no Brasil, da diarista Rosana Urbano, de 57 anos, em 2020. O autor do projeto, deputado federal Pedro Uczai, reforça o impacto coletivo vivido naquele período e relembra como o vírus foi fatal para a família de Rosana:
Clique e ouça Pedro Uczai
A expectativa é que a nova data sirva não apenas como homenagem às vítimas, mas também como um espaço permanente de reflexão sobre saúde pública, ciência e prevenção, para que episódios como os vividos durante a pandemia não sejam esquecidos.
Por Sarah Faria com informações da Agência Brasil
Foto: Márcio James/SEMCOM/Agência Brasil
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