01/07/2026 às 08:31h
Tempestades mais intensas, mudanças no comportamento das chuvas, períodos de seca prolongados e aumento do risco de queimadas. A possibilidade de um El Niño de forte intensidade nos próximos meses já começou a mobilizar diferentes setores no país e um deles é justamente o responsável por manter um serviço que quase sempre só lembramos quando falta: a energia elétrica.
Em Minas Gerais, projeções climáticas indicam que o segundo semestre de 2026 e o início de 2027 podem ser marcados por maior ocorrência de eventos extremos. E diante de um cenário cada vez mais imprevisível, o desafio não é apenas reagir aos problemas, mas tentar antecipá-los.
Para isso, a Cemig tem reforçado sistemas que permitem acompanhar as condições climáticas praticamente em tempo real e organizar respostas antes mesmo que os impactos cheguem à população.
O meteorologista, Arthur Chaves, explica como funciona essa estrutura de monitoramento e destaca que a antecipação é um dos principais aliados para minimizar os efeitos de eventos extremos no sistema elétrico:
CLique e ouça Arthur Chaves
Mais do que prever o tempo, o objetivo é justamente transformar informação em ação. Com o apoio da tecnologia e do monitoramento contínuo das condições meteorológicas, a companhia busca reduzir o tempo de resposta, garantindo mais segurança para a população mineira.
Por Sarah Faria com informações da Cemig
Foto: Cemig / Divulgação
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