29/04/2026 às 09:10h
A Páscoa já passou, mas para muita gente o chocolate ainda está presente no dia a dia. Seja nas prateleiras dos supermercados ou, guardado em casa, os resquícios da data costumam se estender por semanas e é aí que entra o alerta e a importância do equilíbrio.
O consumo exagerado, principalmente entre as crianças, pode trazer impactos que vão além do ganho de peso. A nutricionista, Elba Almeida, explica que alterações no sono, irritação, dores de estômago e até problemas dentários são alguns dos reflexos mais comuns quando o açúcar aparece em excesso na rotina:
Clique e ouça Elba Almeida
Por isso, ela reforça a necessidade de retomar os hábitos alimentares aos poucos, sem radicalismos, mas com atenção. Diminuir a frequência, evitar o consumo diário e combinar o chocolate com refeições equilibradas já fazem diferença.
Outro ponto importante é dar o exemplo dentro de casa. Quando a família toda entra nesse movimento de voltar à rotina, fica mais fácil para as crianças entenderem que o doce pode continuar existindo, mas de forma mais consciente:
Clique e ouça Elba Almeida
Mais do que cortar, o momento é de reequilibrar. Afinal, depois dos excessos típicos da época, cuidar da alimentação é um passo essencial para manter a saúde em dia e seguir com mais leveza nos próximos meses.
Por Sarah Faria
Foto: Banco de imagem
27/10/2025 - Trabalhadores da empresa Turi reclamam de atrasos salariais
27/10/2025 - Política da boa vizinhança: agentes auxiliam nas demandas de conflitos entre populares
27/10/2025 - Prefeitura quer reajustar IPTU e estima ampliar arrecadação em R$ 10 milhões
24/10/2025 - Bola rola neste domingo pelo Campeonato Sicoob Pará de Minas 2025 Feminino
24/10/2025 - Terceira rodada encerra a fase de grupos do Campeonato Sicoob Pará de Minas 2025
24/10/2025 - Evento esportivo vai movimentar o Aeroporto de Pará de Minas nesse final de semana
24/10/2025 - De pai para filho: Ofício de sapateiro ainda resiste apesar dos desafios
24/10/2025 - Empresários do Ano: Noite de emoção e reconhecimento ao empresariado pará-minense